"- Como se mede uma mudança?
Pelos papéis velhos na lixeira
Pelo andar triste que se faz ligeiro
Pela cor do olhar que vê sem poeira
Pela lágrima seca no travesseiro
Pelo corpo que age com mais movimento
Pelo dia que roda com mais engrenagem
Pelo ar puro, entrando por dentro
Pelo recriar, e mais outra paisagem
Pela vida que escorre, que água e é ciclo
Por ser duro e difícil, e ser doce ainda sim
Pelo pulso da alma que alarda o vício
Do novo começo para o velho fim
- Como se mede uma mudança?
Com os fios que se traçam pela esperança..."
27 de fevereiro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
